Trabalhando com o faturamento na área da saúde, compreender e evitar glosas hospitalares é crucial para garantir pagamentos precisos e evitar cobranças indevidas. As glosas, recusas de pagamento pelos planos de saúde, decorrem frequentemente de falhas na documentação ou discordâncias nos dados.

Analista de glosa realizando recurso de glosa no notebook sabendo como evitar glosas

Então, o que são exatamente as glosas médicas e hospitalares? São negações de pagamento pelos planos de saúde em relação aos serviços prestados aos pacientes, muitas vezes devido a informações faltantes ou discrepantes nos registros.

Nesse cenário, existem três tipos principais de glosas: administrativas, técnicas e lineares. As administrativas resultam de erros de comunicação entre prestador e convênio, enquanto as técnicas estão relacionadas a procedimentos médicos e demandam revisão especializada. Já as lineares são geradas pela operadora sem justificativa clara ao prestador.

Como evitar glosas

Para evitar glosas, algumas estratégias são fundamentais:

  1. Utilizar prontuário eletrônico: Isso reduz erros de prescrição e preenchimento, garantindo informações mais precisas e legíveis.
  2. Manter cadastros precisos: Treinamento adequado para evitar erros de digitação e revisão constante dos dados cadastrais dos pacientes são essenciais.
  3. Padronizar o envio de informações: Seguir o padrão TISS da ANS é crucial para garantir conformidade legal e reduzir riscos de fraudes, além de facilitar a comunicação entre operadoras e prestadores.

Tive glosas, e agora?

É fundamental que as clínicas e hospitais adotem o hábito de realizar o recurso de glosa, seguindo um processo meticuloso para evitar e corrigir erros. Esse procedimento varia entre as instituições, mas geralmente envolve etapas similares:

  1. Apresentação do Demonstrativo: O primeiro passo é apresentar um demonstrativo detalhado contendo todos os itens glosados ao departamento responsável pelo recurso na clínica ou hospital.
  2. Análise: Com o demonstrativo em mãos, a equipe responsável realiza uma análise minuciosa para compreender as razões por trás da glosa. Se concordarem, o aceite é autorizado; caso contrário, o setor pode discordar e prosseguir com o recurso.
  3. Elaboração do Recurso: Se não houver concordância com a justificativa da glosa, a instituição deve preencher o recurso, apresentando suas justificativas, corrigindo valores e anexando evidências para comprovação. Esses recursos devem ser enviados à operadora.
  4. Análise do Recurso: Após o envio, cabe à operadora analisar o recurso e decidir se manterá a glosa ou se efetuará o pagamento.
  5. Revisão ou Transferência: Se o recurso for aprovado, o pagamento é realizado. Em caso de negação, a instituição pode solicitar uma revisão e iniciar o processo de recurso novamente.
  6. Automatize o processo: Invista em soluções como o Zero Glosa, que centralizam os dados de forma confiável e realiza a conciliação e recurso de glosa de forma automatizada. assim você garante agilidade e produtividade.

É crucial observar que cada operadora pode ter suas próprias especificações, portanto, é essencial estar atento aos guias de recurso de glosa fornecidos por cada uma delas. Este procedimento diligente ajuda a garantir uma gestão financeira eficiente e precisa dentro das instituições de saúde.

Conheça alguns cases de clientes que usam o Zero Glosa para evitar glosas e realizar o recurso de forma automatizada.

Ao adotar essas estratégias, é possível minimizar as glosas médicas e hospitalares, garantindo um fluxo de pagamento mais eficiente e preciso, além de manter a conformidade com as regulamentações vigentes.

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